Petros vende sua participação na Iguatemi

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Agência Brasil /arquivo

A Petros concluiu, na última sexta-feira (24/03), em leilão realizado na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), a venda dos 10,20% de participação acionária que detinha na Iguatemi Empresa de Shopping Centers S.A. A efetivação da venda das 18.021.602 ações ordinárias por R$ 567,680 milhões gera liquidez principalmente para o Plano Petros do Sistema Petrobras (PPSP), de Benefício Definido, que concentrava cerca de 75% dos papéis. O resultado final do certame foi de R$ 31,50 por ação, valor 10,5% superior à cotação média de R$ 28,50 dos últimos 12 meses e 28,2% maior do que o preço do papel há um ano (R$ 24,57). O valor de venda também superou a média do preço da ação nos últimos 60 pregões (R$ 30,4).

“A operação está em linha com a nossa estratégia de atuar cada vez mais nos moldes de uma gestora de recursos, acompanhando as oportunidades de mercado e o melhor momento para entrar ou sair de um ativo, em busca da melhor rentabilidade para o patrimônio dos participantes”, destaca o presidente Walter Mendes.

A proposta apresentada pela Diretoria de vender a participação da Petros na empresa de shopping centers passou pela aprovação do Conselho Deliberativo, instância máxima de governança da Petros. A decisão foi tomada com base em estudo de mercado que identificou oportunidade de desinvestimento no ativo, tendo em vista a forte alta das ações da Iguatemi nos últimos 12 meses, com pico histórico de valorização no dia 17 de março deste ano. Também considerou o estágio já maduro do investimento e o baixo potencial de valorização do papel em 2017 – analistas de mercado estimaram alta média de 8,2%, abaixo da previsão para a Taxa Selic (9%) no final do ano.

A operação segue as diretrizes estabelecidas pela Política de Investimentos da Fundação para o PPSP, que prevê redução das aplicações em renda variável e aumento em renda fixa, priorizando investimentos com menor grau de risco. Já o Plano Petros-2 (PP-2), segundo maior plano administrado pela Fundação, de Contribuição Variável, por ser um plano mais jovem, que recebe grande volume de contribuições, tem estratégia diferente do PPSP, e contempla a possibilidade de aumentar a participação em renda variável. Neste caso, a venda da posição em Iguatemi teve como objetivo aproveitar a oportunidade do leilão.

Além do PPSP (75%) e do PP-2 (15%), os planos Lanxess (4%), Ultrafértil (3%) e Nitriflex (1%) também possuíam ações da Iguatemi em suas carteiras, assim como o PGA – Plano de Gestão Administrativa da Fundação (2%), utilizado para cobertura das despesas administrativas da Petros.

Fonte: PETROS

 

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