Classes C, D e E do Paraná pretendem voltar a comprar

Classes C, D e E do Paraná pretendem voltar a comprar

Divulgação

As classes C, D e E do Paraná pretendem voltar a comprar. O indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), elaborado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), atingiu 101,9 pontos em janeiro entre as famílias com renda de até dez salários mínimos. Por ter ultrapassado a média de 100 pontos (em uma escala que varia de 0 a 200 pontos), o indicador de intenção de consumo pode finalmente ser considerado positivo, situação que não ocorria desde junho de 2015.

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Entre as classes A e B, o indicador registra 104,6 pontos em janeiro. A média geral paranaense é de 102,4 pontos neste mês, o que representa alta mensal de 2,1% e variação anual de 6,2%.

Já o indicador nacional está em 83,6 pontos, um aumento de 2,3% com relação a dezembro e na comparação com janeiro do ano passado, o índice brasileiro cresceu 9,7%.

Emprego

O indicador de consumo é formado por sete componentes, avaliados individualmente. O componente Emprego Atual teve redução de 0,7% na variação anual, porém obteve alta de 2,7% na comparação com janeiro de 2017. A Perspectiva Profissional aumentou 3,9% de dezembro para janeiro. Os mais animados com relação a uma possível promoção no emprego são os paranaenses com renda superior a dez salários mínimos, que manifestaram alta de 11,9% na variação mensal.

Renda e acesso ao crédito

A Renda Atual está 0,8% menor em janeiro na comparação com dezembro, o que é natural, uma vez que em dezembro os trabalhadores recebem o 13º salário, abonos e gratificações. Esse quesito também teve queda de 1,5% ante janeiro do ano passado.

A percepção geral dos consumidores é que o Acesso ao Crédito está mais fácil do que no mesmo período de 2017, especialmente entre as famílias de menor renda. Houve aumento de 7,4% na variação mensal e de 16,8% na variação anual deste componente. Nas classes C, D e E a alta mensal foi de 8,5%, enquanto nas classes A e B o índice aumentou 3,3% em relação a dezembro passado.

Consumo

O Nível de Consumo Atual está 2,9% maior em relação a dezembro e 9,3% mais alto do que em janeiro de 2017. Entre as famílias com renda até dez salários mínimos, o nível de consumo em janeiro é 6,2% superior a dezembro, enquanto as famílias mais abastadas puseram o pé no freio, com redução de 9,2% no nível de compras.

Os consumidores de menor renda também são os mais propensos a gastar, entre os quais o componente Perspectiva de Consumo teve alta de 5,9% na variação mensal, contra queda de 4% entre os consumidores com maior poder aquisitivo.

Como consequência, o fator Momento para Compra de Bens Duráveis é 2,6% maior entre as famílias com renda de até dez salários mínimos, ante diminuição de 1% em relação a dezembro entre as famílias com renda superior a dez salários mínimos.

>> Clique aqui para acessar a pesquisa completa. 

Fonte: Assessoria de Imprensa Fecomércio – Karla Santin
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