Umidade prejudica a produção de feijão carioca

Em algumas praças brasileiras, o feijão foi negociado desde R$ 150,00 até R$ 350,00

Foto: Arquivo/ Agência Brasil

Terça-feira é dia de Mercado e Cotações e Argemiro Brum, professor da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), fala sobre o mercado do arroz, feijão, soja, milho e das carnes.

Ouça a entrevista no player abaixo:

A colheita de arroz já chegou a 93%, com mais de 6 milhões até o momento. Os preços recuaram na semana passada, fechando em R$ 42,97 o saco. Para exportação fechou entre R$ 47 e R$ 48,00. Em Santa Catarina, a média ficou entre R$ 41 e R$ 42 e no oeste da Bahia o saco se aproximou de R$ 50,00.

Segundo ele, as perdas na produtividade na 2ª safra do feijão se confirmaram em algumas praças, devido à umidade.

“Quem tem feijão carioca mais seco aproveita para negociar”, destacou.

O feijão carioca oscilou entre R$ 150 e R$ 350,00 por saco de acordo com a praça e a qualidade do produto. Os preços do feijão preto não mudaram desde semana passada. Nas principais praças produtoras, o saco de 60 kg ficou entre R$ 120 e R$ 210,00.

No mercado das carnes, o boi gordo ficou em R$ 157,20 a média do arroba. No oeste do Maranhão, o arroba fechou em R$ 145,50 e, no Acre, em R$ 130,00.

Para o suíno, expera-se o aumento do consumo e a melhora das exportações. O quilo vivo fechou em R$ 4,17 em Minas Gerais e R$ 4,02 no Paraná.

 Fonte: Rádios EBC/Programa Brasil Rural

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