Siderúrgica recebe usina solar por meio de programa da Copel

Central de Serviço do Aço, em Curitiba, foi uma das empresas selecionadas em chamada pública da Copel aberta a propostas de eficiência energética nas áreas industrial, residencial, comércio e serviços, poder público, iluminação pública e rural.

O projeto de implantação de placas solares fotovoltaicas na siderúrgica Central de Serviço do Aço (ACSO), no bairro Sítio Cercado, em Curitiba, está em fase de finalização. A usina solar faz parte do Programa de Eficiência Energética da Copel, que destina parte de sua receita operacional líquida anual em melhorias de instalações e gestão energética.

A siderúrgica foi uma das empresas selecionadas na Chamada Pública 001/2018 da Copel, aberta a propostas de eficiência energética nas áreas industrial, residencial (condomínios), comércio e serviços, poder público, iluminação pública e rural.

A unidade fabril da ACSO, que atua como uma central de serviços integrados para aços planos e longos, está instalada em uma área de 13 mil metros quadrados, com capacidade para processar 130 mil toneladas de aço por ano. A planta recebeu 1.216 painéis fotovoltaicos que terão capacidade de geração de 330 kilowatts-pico (kWp), unidade de potência energética associada a células fotovoltaicas.

O projeto recebeu R$ 2,2 milhões para a instalação de painéis solares e também para a troca de 214 pontos de iluminação antigos por modelos novos e eficientes.

“O programa aplica recursos financeiros em projetos que promovam a eficiência energética no uso final da energia, por isso é tão importante para um segmento como a indústria siderúrgica, que tem a energia como um de seus principais insumos”, destaca o diretor-geral da Copel Distribuição, Maximiliano Orfali.

O contrato da ACSO foi firmado na modalidade Contrato de Desempenho, em que o consumidor reembolsa a Copel em valores e prazos ajustados de acordo com os resultados obtidos pelo projeto. A ACSO está posicionada estrategicamente no segmento siderúrgico nacional e oferece soluções práticas e inovadoras nas principais atividades de processamento de aço.

“Um insumo significativo em termos de custo da nossa produção é a energia elétrica. Estimamos que, após implantado o projeto de eficiência energética, teremos uma redução no consumo de eletricidade na ordem de 60% a 70%, proporcionando maior competitividade à nossa empresa”, afirma o diretor de Operações da ACSO, Alexandre Rucker.

O Programa de Eficiência Energética (PEE) da Copel atende a legislação federal que determina que as concessionárias e permissionárias de serviços públicos de distribuição de energia elétrica devem aplicar, anualmente, o valor equivalente a 0,40% de sua receita operacional líquida anual no desenvolvimento de programa para o incremento da eficiência energética no uso final de energia elétrica, por meio de projetos executados em instalações de consumidores.

A Chamada Pública 001/2018 da Copel selecionou no total 42 projetos, em um total de quase R$ 40 milhões de investimento.

Fonte: Copel

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