
Governo federal libera R$ 15 milhões para obras de recuperação no Litoral. Foto: Orlando Kissner/AENotícias
Estão previstas obras de reconstrução em Morretes (R$ 7,9 milhões), Paranaguá (5,5 milhões), Antonina (R$ 9,3 milhões) e Guaratuba (2,1 milhões). Os recursos representam 60% da verba (R$ 25 milhões) que havia sido prometida pelo governo federal. O Ministério da Integração deve liberar os restantes R$ 10 milhões numa segunda fase, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Inicialmente será feita a recuperação e reconstrução de casas, vias urbanas e prédios públicos. Também serão realizadas obras de emergência em pontes e suas cabeceiras, para recanalização de rios e córregos, e de recuperação de rodovias estaduais.
Os trabalhos vão ser implementados de acordo com o plano de obras elaborado mediante termo de cooperação entre os órgãos executores e as prefeituras envolvidas. Segundo a diretora-geral da Secretaria de Estado de Obras Públicas (SEOP), Maria do Carmo Cattani, serão aplicadas de acordo com o plano emergencial apresentando pela Coordenação de Construções, Obras e Intervenções, da Secretaria de Infraestrutura e Logística, elaborado em conjunto com a Defesa Civil, Codapar, Cohapar, Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Companhia Paranaense de Energia (Copel), Águas do Paraná e prefeituras das cidades atingidas.
A busca de recursos para o Litoral contou com o acompanhamento da Coordenadoria de Controle Interno da Casa Civil, Procuradoria Geral do Estado e Ministério Público.
ÁREA DE RISCO
De acordo com esse laudo geológico e geotécnico, não é possível garantir a segurança dos moradores na região de Floresta antes de 120 dias, quando será emitido um relatório final com o mapeamento das áreas de risco. O documento afirma que a situação ainda é de alerta, com possibilidade de novos problemas em caso de incidência de chuvas torrenciais.
Nesta terça-feira (31), a Mineropar divulgou novo laudo, agora recomendando a interdição de parte dos bairros Laranjeiras, Caixa d’Água, Km 4 e das localidades do Beco da Viúva e Buraco da Onça, em Antonina.
Para os técnicos e geólogos, continua sendo importante o monitoramento das condições meteorológicas e também a inspeção contínua das encostas. Qualquer movimentação de terras, queda ou inclinação de árvores, segundo o laudo, podem ser indicativos de novos desmoronamentos.
LIMPEZA DE RIOS