Em bases trimestrais, o setor industrial, ao recuar 0,6% no quarto trimestre de 2012, sustenta resultados negativos há cinco trimestres consecutivos, mas com clara redução no ritmo de queda, já que no segundo trimestre observou-se perda de 4,4% e no trimestre seguinte recuo de 2,6%, todas as comparações contra igual período do ano anterior.
Entre as categorias de uso, bens de consumo duráveis, que passou de 0,1% no terceiro trimestre do ano para 5,6% no quarto, apontou o maior ganho de dinamismo nesse período, sustentado especialmente pela expansão na fabricação de automóveis e de eletrodomésticos da linha branca, que registraram avanços de 11,4% e de 13,0% no quarto trimestre do ano.
Os segmentos de bens de consumo semi e não duráveis (de -1,4% para 0,8%) e de bens intermediários (de -1,4% para -0,4%) também mostraram melhora no ritmo da produção entre os dois períodos, com o primeiro revertendo dois trimestres seguidos de taxas negativas, e o segundo reduzindo claramente a intensidade de queda frente aos resultados dos trimestres anteriores.
O setor produtor de bens de capital, que passou de -12,2% no terceiro trimestre de 2012 para -9,7% no quarto, permaneceu apontando a taxa negativa mais intensa, mas com diminuição na magnitude de queda entre os dois períodos.
A publicação completa pode ser acessada pelo link
www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/industria/pimpfbr/default.shtm.
Fonte: Comunicação Social IBGE
01 de fevereiro de 2013