Economia precisa de estímulos para sair da estagnação

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) revisou para baixo as estimativas para o crescimento da economia e da indústria brasileiras neste ano. As novas previsões indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 0,9%, menos do que os 2% estimados em abril. O PIB industrial terá uma expansão de 0,4%, abaixo do 1,1% previsto no primeiro trimestre.
A solução para o retorno ao crescimento sustentado não se encontra em medidas tópicas de curto prazo. Não obstante, a política econômica não pode desconsiderar os problemas cotidianos das empresas e famílias. É imperioso que a agenda econômica compatibilize dois eixos de prioridades. De um lado, promover o avanço nas questões estruturantes – a exemplo da reforma tributária, avanços na privatização, melhoria do marco regulatório da economia –, que vão pavimentar o aumento da oferta a médio e longo prazo. De outro, implementar ações para a reativação da demanda no curto prazo.
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Fonte: Agência CNI